Usina gera empregos, impostos, tranquilidade aos transportadores e donos das obras, além de evitar danos ambientais

Mesmo antes de ser inaugurada em julho de 2017, a Serello Ambiental já havia conquistado o 6º Prêmio Milton Vargas (2016), da Editora Rudder e revista Fundações e Obras Geotécnicas, pela apresentação do trabalho “Gestão de Resíduos Sólidos”.

Agora, em pleno funcionamento, a usina que possui o que existe de melhor e mais avançado em tecnologia de reciclagem de resíduos da construção civil tem capacidade de recebimento de 150 a 200 caçambas por dia, chegando a 1000 toneladas/dia.

A usina recebe materiais provenientes da construção tais como blocos de cimento,colunas, pisos, tijolos, telhas, pontaletes, tapumes, madeirite, etc e os transforma em areia reciclada, pedrisco reciclado, brita, rachão e cavaco de madeira.

Pedro Henrique Serapião apresenta os produtos resultantes da reciclagem

Entusiasmo e geração de empregos e impostos

Os jovens e empreendedores donos da empresa, o engenheiro Pedro Henrique Serapião e o químico Rafael Cossiello, não escondem o entusiasmo com a iniciativa que é resultado de visitas a diversas usinas de britagem no Brasil e nos Estados Unidos, com investimento total do projeto de cerca de R$12 milhões e a geração inicial de 15 novos empregos diretos. O resultado é uma usina instalada em uma área de 50.000m², no estratégico eixo logístico da Rodovia Anhanguera, mais exatamente na  Rua João Torrezin, no Morro das Pedras, com tecnologia de ponta, que coloca Valinhos na rota da reciclagem dos resíduos da construção civil.

A atividade proporciona ainda a arrecadação de impostos para o município, pois gera o ISS no serviço do recebimento das caçambas e o ICMS na venda dos produtos resultantes da reciclagem.

Prefeitura de Valinhos ainda não utiliza os serviços da usina

Com a adesão crescente dos transportadores de resíduos (caçambas e afins) de Valinhos, Vinhedo, Louveira e Campinas a usina não conta ainda com a parceria da prefeitura local, cujos entulhos das suas obras são enviados para Paulínia.

Os responsáveis pelo empreendimento garantem que a utilização dos serviços da usina e a consequente destinação correta dos resíduos da construção civil podem significar para os cofres públicos municipais uma economia de, aproximadamente, R$ 100 mil mensais.

Além do fator econômico, entre as vantagens oferecidas pela usina, estão a diminuição da clandestinidade de caçambas e da disposição inadequada de entulho, evitando problemas legais decorrentes da responsabilidade pelos eventuais danos ambientais que é  solidária entre transportadores da caçamba e os donos das obras.

Saiba mais sobre a Serello Ambiental em https://www.serello.com.br/

Fotos: Ricardo Gasparino

 




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