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Prefeito diz que apenas na contratação de advogados, Marcos deixou uma dívida de R$ 70 milhões, enquanto Clayton teria assinado um cheque sem fundos no final do seu governo

Em coletiva de imprensa realizada na manhã desta terça-feira (3), o Prefeito Orestes Previtale (PSB) denunciou, em clima de desabafo que é alvo de  retaliação vinda de grupos políticos que, segundo ele, se movimentam por interesses eleitorais e que recebe diariamente ameaças diversas, até mesmo de morte.

A convocação da imprensa ocorre num momento em que o seu governo sofre críticas em função da fixação da remuneração do prefeito, vice e secretários. Para Orestes “estamos assistindo um movimento de notícias falsas, principalmente nas redes sociais, com o objetivo de confundir a população sobre a votação ocorrida na Câmara de Vereadores do Projeto de Lei  que restabeleceu valor do seu ‘salário'”.

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“Os vereadores fizeram o correto, regularizaram uma situação, após o Tribunal de Justiça declarar inconstitucional uma lei de 2008 que vinculava o reajuste na mesma proporção e ocasião do aumento dos salários dos servidores municipais”, disse o prefeito.

Orestes parte pra cima dos governos anteriores e anuncia uma série de sindicâncias internas

Orestes subiu o tom das palavras ao anunciar a situação em que ele encontrou a prefeitura desde a impagável “dívida do século” feita no governo do ex-prefeito Marcos José da Silva (MDB), até as contas não pagas por Clayton Machado (PSDB).

“Apenas  numa contratação irregular de um escritório de advocacia feita pelo Marcos a Prefeitura de Valinhos arcou com uma despesa de R$ 70 milhões, enquanto o Clayton chegou a assinar um cheque sem fundos nos últimos dias do seu governo”.

Orestes enumerou uma série de sindicâncias internas que estão sendo realizadas, as quais poderão ser encaminhadas ao Ministério Público e virar, inclusive, caso de polícia, dentre elas o escândalo do concurso do Valiprev e a liberação de uma verba que teria sido depositada na conta particular de um diretor no governo de Clayton Machado.

Exoneração dos comissionados e doação de parte do seu salário

Quanto à questão do quadro de funcionários comissionados, Orestes declarou que o governo de Marcos José da Silva criou cerca de 300 cargos e que o tucano Clayton Machado manteve, inchando a folha de pagamento da Prefeitura.

O prefeito confirmou a exoneração de cerca de 200 comissionados, o que fatalmente afeta a prestação de serviços à população, o que deverá ser corrigido com a aprovação da nova reestruturação administrativa.

Ao final, Orestes anunciou que fará a opção de receber apenas o valor correspondente ao seu salário como médico concursado e que uma parte da sua remuneração será destinada mensalmente a uma ação social, sem porém detalhar o montante e a forma como isso será feito.

 

1 Comentário

  1. Sindicância… espero que seja pra valer, que não sirva só a interesses eleitorais, também. Até porque, esta sindicância chegará à câmara municipal (fato), onde, Pevitalle, também esteve. A verdade, dói só uma vez! A mentira, não machuca muito, porque parasita seu hospedeiro. Que Previtale busque a verdade, até o fim, para o bem de quem está sob seus cuidados: o povo valinhense.

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