Os cortes de verbas na Educação anunciados pelo governo federal provocaram reação dos professores das redes públicas e privadas de todo o país, do ensino básico ao superior, que anunciaram uma paralisação nacional nesta quarta-feira, 15.

As manifestações visam protestar também contra a reforma da previdência encaminhada pelo Governo Bolsonaro ao Congresso Nacional que atinge diretamente a categoria dos professores.

Secretaria Municipal da Educação alerta que considerará falta injustificada

Segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura de Valinhos, os professores da rede municipal foram orientados que a falta será injustificada, “por falta de amparo legal”.

De acordo com uma publicação no site oficial do Município,  o secretário de Educação de Valinhos, professor Zeno Ruedell,  informa que “um comunicado sobre a paralisação foi feito pelo sindicato dos professores do Estado de São Paulo (Apeoesp) no dia 8 deste mês.” A Secretaria não tem informações sobre a adesão dos professores da Rede Municipal.

Ainda de acordo com Ruedell, um comunicado foi encaminhado para todas as unidades escolares, através da rede interna da Secretaria de Educação, informando a respeito da orientação da Secretaria de Assuntos Jurídicos.

Neste comunicado atribuído à Secretaria da Educação, no entanto, o secretário salienta que “mesmo cientes da importância da discussão acerca da reforma da previdência e como a mesma afeta de forma sensível os envolvidos, a paralisação é considerada ilegal e a adesão terá como penalidade falta injustificada.”

Veja a cópia da Portaria do Secretário de Educação que circula pelas redes sociais;

 

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