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“Eu sou treinador formado pela federação catarinense, né?! Eu fiz o curso de treinadores no sindicato de Santa Catarina e tenho meu mentor lá, que é o Paulo Autuori, que fez o curso junto comigo.  Ele deu a palestra pra gente lá. Paulo Autuori, Murici Ramalho. Então eu venho dessa escola aí.

Tenho meu projeto aqui na cidade onde moro, que é o Valinhos Esporte clube, mas eu “tô” mais focado no meu projeto profissional também. Eu mantenho aqui na cidade, mas eu tenho projetos fora. Eu tenho projeto em Ouro Fino, Minas Gerais, que a gente “vai tá” inaugurando esses dias, em abril. Na verdade, o projeto que eu estou formando em Minas, que é o centro de formação de atletas, eu tinha intenção de formar aqui, né?! Mas, devido a várias ocasiões chatas, não consegui levar esse projeto pra frente em Valinhos e então fiquei com o pessoal da base e levei a ideia pra outro lugar.

Mas não desisto, mesmo que as pessoas atrapalhem. Afinal, eu jogo futebol desde os meus 4 anos de idade. Eu tentei ser jogador e não consegui. Então, com 18 anos, eu parei e eu fui pro lado técnico, né?! Fui assim. Porque, quando a gente quer uma coisa na vida, a gente tem que se cercar de pessoas que entendam daquele assunto, e foi isso que eu fiz, e “to” aí na luta. É uma luta difícil, a gente encontra muita coisa errada.

Tem horas que eu acredito e horas que não acredito no ser humano. E por esse lado meu, de acreditar que ainda exista ser humano de competência, que goste de dar oportunidade pra pessoas, eu insisto em continuar. Eu acredito sim que ainda exista gente de bom coração que queria fazer o lado certo, né?! Porque é muito difícil. Infelizmente, 80% das coisas que a gente vê aí é errado, e parece que a pessoa que apoia o projeto errado, parece que tem vez no futebol. Falo exatamente do futebol, então, se você tem um projeto bom, você tem amigos, se você não tem, você não tem amigos. É assim na vida também.”

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