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“Sou Nascido em Valinhos numa família de 5 irmãos. Sou o terceiro filho de Carlos Zanluchi e Santa Migoto Zanluchi. Cresci no famoso bairro Castelo, de onde saí somente quando me casei e lá deixei tantas boas lembranças.

Aos seis anos tive meu primeiro emprego, como montador de caixas de figo. Já aos 11, passei a trabalhar para a família Cedran, na época responsável pela padaria Fidalga, saindo pelas ruas com meu carrinho de sorvetes. Depois, em 1968, então com 16 anos, mudei de padaria mas continuei no mesmo ramo: fui a São Pedro vender pão pelos bairros com uma pequena carroça. Como sempre fui ligado à rua, em 1972, com uns 20 anos, virei autônomo: com uma perua Kombi, comecei minha própria venda de pães pelos bairros de Valinhos.

Neste meio tempo conheci minha mulher, Vera Lúcia Folli Zanluchi, e nos casamos em 24 de setembro de 1977. Com ela tive três filhos: Daniel, hoje casado com Tania e pai do meu primeiro neto, Carlos, também casado, e a Renata, hoje namorando meu futuro genro.

Mas foi em 1989 que tive a ideia que mudou minha vida, um novo projeto de trabalho: ir lá na frente da prefeitura de Valinhos com minha máquina de sorvete americano e meu guarda sol. Deu certo e aqui estou até hoje! Mesmo que a partir de 1992 eu divido meus horários entre uma lanchonete no ginásio municipal e a barraca do sorvete. Finalmente, em 2016, a máquina foi substituída por um quiosque, o conhecido ‘Quiosque da Pinduca’, com mais diversidades de sorvetes e outros produtos. Agora, não posso me esquecer da minha querida Ponte Preta, time que torço e sempre vou acompanhar no estádio.”

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