Foto: CMV

O pedido de implantação em Valinhos da chamada “onda verde”, que é um sistema de sincronização de semáforos para dar maior fluidez ao tráfego de veículos, foi discutida pelos vereadores na sessão desta terça-feira (14). O assunto chegou ao plenário durante a votação de moção de apoio apresentada pelo vereador César Rocha (Rede), que pediu empenho do prefeito Orestes Previtale (PSB) e da Secretaria de Mobilidade Urbana para a adoção do sistema na cidade. A moção foi aprovada por unanimidade.

A “onda verde” já é utilizada em grandes cidades como Campinas. Com ela, os motoristas aproveitam uma sequência de sinais verdes para cruzar vias e chegar mais rápido ao seu destino. “Estou pedindo que se faça um estudo para melhorar a questão da mobilidade urbana dos usuários de veículos e do transporte coletivo”, resumiu o vereador César Rocha.

Não é a primeira vez que o assunto é apresentado na Câmara. O presidente do Legislativo, Israel Scupenaro (MDB), e o vereador Kiko Beloni (PSB) afirmaram que apresentaram o pedido em anos anteriores. Scupenaro em 2013 e Kiko Beloni em 2017.



Em discurso, o vereador Henrique Conti (PV) disse que em legislaturas passadas, o então secretário de Trânsito, Ademir Martins, havia afirmado aos vereadores que para implantar a “onda verde” seria necessário trocar os equipamentos e implantar novo cabeamento para que houvesse uma comunicação entre os conjuntos semafóricos. “Na época, não tinha dinheiro para fazer essa alteração (…) Acho que está na hora de fazer, porque de lá para cá imagina a quantidade de automóveis que aumentou em Valinhos”, discursou.

A visita do ex-secretário Ademir Martins também foi lembrada pela vereadora Dalva Berto (MDB). “Eu estava aqui na ocasião e acredito que, assim como outras coisas estão acontecendo na nossa cidade, isso também vai chegar a acontecer”, afirmou.

A dificuldade para implantar a “onda verde” em Valinhos em curto prazo foi destacada pelo vereador Edson Secafim (Progressistas).  “Para criarmos semáforos sincronizados, nós precisamos ter mão única. Basicamente, todas as avenidas que temos hoje têm dois sentidos. A engenharia de trânsito vai ser bastante delicada (…) Realmente pode ser estudado, mas Valinhos ainda vai sofrer um pouco com isso”, disse.

Fonte: Câmara Municipal de Valinhos

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