Em função da repercussão nas redes sociais sobre uma eventual mortandade de peixes nas lagoas artificiais da antiga Rigesa, a assessoria de imprensa da empresa WestRock procurou o Pé de Figo para afirmar que “nenhum animal morreu no procedimento de transferência entre lagoas”.

Através de “Comunicado à Imprensa”, a empresa afirma que o  “procedimento reposicionou 132 animais (104 Tilápias, 8 Tambaquis e 20 Traíras) com sucesso…e que não houve nenhuma morte entre os peixes deslocados entre os ambientes.”

O representante da empresa declarou ao Pé de Figo que o trabalho de reposição dos peixes “teve o cuidado de utilizar tarrafas, com o objetivo de se evitar ao máximo o ferimento dos animais”.

Foto: Divulgação/WestRock

Ainda segundo a empresa, o local foi inspecionado por autoridades municipais e estaduais “que constataram não haver sofrimento ou mortandade de peixes, ou mesmo dano ambiental.”

Veja abaixo a íntegra do comunicado enviado ao Pé de Figo:

Comunicado à Imprensa

A WestRock esclarece que as denúncias recebidas nesta quarta-feira (21/8) acerca da suposta mortandade de peixes em sua Lagoa Artificial, na cidade de Valinhos (SP), não procedem. Nenhum animal morreu no procedimento de transferência entre lagoas.

A lagoa em questão é artificial e foi construída pela WestRock em 1983, com objetivo de tratar os efluentes gerados pela fabricação de papel, processo que sempre esteve de acordo com os padrões normativos vigentes e aprovado pelos órgãos competentes.  Com o término das atividades da Fábrica de Papel em 2012, foi submetido à CETESB estudo de aterramento da lagoa artificial de polimento, que não mais seria utilizada.

Com as devidas aprovações dos órgãos competentes, iniciou-se o processo de drenagem de água da lagoa artificial de polimento, sendo possível visualizar os peixes que ali viviam. Orientada pelo seu profundo respeito ao meio ambiente, a empresa iniciou a transferência dos peixes encontrados para uma lagoa maior, ao lado, também artificial e de sua propriedade, proporcionando-lhes uma melhor condição de vida.

O processo de transferência iniciou pela captura dos peixes com redes específicas, seguido de lavagem para remoção de barro e transferência para a outra lagoa. As fotos e vídeos compartilhados mostram os peixes imediatamente antes de acomodá-los na lagoa maior, todos com vida.

O procedimento reposicionou 132 animais (104 Tilápias, 8 Tambaquis e 20 Traíras) com sucesso. Ressaltamos que não houve nenhuma morte entre os peixes deslocados entre os ambientes. Neste momento, há obras no local e assim a atividade de pesca não está liberada por motivos de segurança.

Hoje pela manhã, a empresa recebeu no local das duas lagoas, autoridades municipais e estaduais para visitas e fiscalização, que constataram não haver sofrimento ou mortandade de peixes, ou mesmo dano ambiental.

A WestRock, como sempre fez, coloca-se totalmente à disposição para os esclarecimentos que porventura ainda sejam necessários.

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